Os çommeliês de cerveja viciados em merchandising terão ajuda profissional para recomeçar a vida, a partir do próximo mês. O SUS (Sistema Único de Serveja) anunciou, em parceria com o DMS (Departamento de Mais Sommelier) a construção de clínicas de reabilitação para os afetados por este mal.

-A medida não é apenas questão de saúde pública, mas também de necessidades do mercado, que anda desregulado diante de tanta publicidade gratuita, ou quase gratuita, feita em troca de kits de cervejas e taças, chaveiros, ou ainda abridores de garrafa – observou Samuel Adams Smith, comentarista de assuntos econômicos da cerveja.

Procurado pela equipe do Cervejonalista, o ministro da saúde, Barcelo Castrado, analisou as motivações do projeto.

-Sempre vi merchandising nas páginas de Çommeliê, mas até recentemente era algo corriqueiro. Uma cerveja aqui, outra acolá… de vez em quando uns queijos especiais, bares… mas temos recebido diversos depoimentos de familiares, dizendo que o merchandising deixou de ser uma prática saudável, e virou um vício. Ao ponto de um çommeliê fazer merchandising da comida do hospital onde se internou para retirar o apêndice. Tivemos também o caso de uma çommeliê que fez merchan de um produto do Kid Bengala, causando enorme desconforto com sua avó. – afirmou o ministro.

Por livre iniciativa, a Cervejeira CDF (Çommeliê Destruidora de Fanpage) se inscreveu no programa, e mesmo não procurada pela equipe do Cervejonalista, fez questão de falar sobre sua necessidade de reabilitação, e também sobre suas expectativas para o tratamento.

-Achei o projeto sensacional! Hoje, inclusive, falei super bem dele no meu Insta, marcando o @barcelocastrado e usando a hashtag #ÇommeliêNoRehab.

Inspirado no A.A., o programa da clínica de reabilitação para çommeliês viciados em merchan é composto de 12 passos. Os pacientes serão considerados plenamente reabilitados quando forem capazes de passar mais de um ano sem fazer posts estilo “agradecimento de Oscar”, nas redes sociais.

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