Foi encaminhado ontem pelo DMS (Departamento Mais Sommelier), em parceria com o MEC (Ministério da Educação Cervejeira), um projeto que vai gerar impacto nos cursos de formação de Sommelier oferecidos em todo o Brasil. Tal projeto, que será implementado através de uma MP (Medida Pilsen) assinada pelo Presidente Dubbel Tremens, fundamenta-se na reforma da LDB (Lei de Diretrizes da Breja), possibilitando a flexibilização da base curricular, ou seja, um enxugamento nos conteúdos oferecidos.

-Vamos diminuir a carga horária de História Cervejeira, que passará a ter meia hora, comentando apenas sobre Egípcios, Sumérios e a história das IPAs que viajavam de navio. Também vamos reduzir os conteúdos de exatas, calculando apenas o IBU, aproveitando assim a onda de Hop Head. As aulas práticas de harmonização serão retiradas da grade curricular, dando espaço apenas a aulas teóricas, que terão como única referência bibliográfica os rótulos da cervejaria Eisabão. Chocolate com Stout, queijo pode com Belgian Golden Strong Ale, salsichas alemãs com Weizen, IPA com qualquer coisa, e pronto! Não precisa estudar mais nada! – explicou Mendonza Filho, Ministro da Educação Cervejeira e membro de uma tradicional família do ramo dos vinhos.

Os professores dos cursos manifestam preocupação, uma vez que, dentro da nova lei, a remuneração de Sommeliers se torna facultativa por parte do empregador, já que, segundo dizem os próprios Sommeliers, trabalhar bebendo cerveja de graça é a melhor coisa do mundo.

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