Ontem o Brasil comemorou a premiação do filme O Petroleum é Nosso, indicado na categoria Ficção Científica. Abordando a história da revolução cervejeira no Brasil a partir de uma receita da cervejaria PUM, este é considerado o primeiro filme a desafiar as barreiras da física, sendo famoso antes mesmo de existir. Além de tudo, O Petroleum é Nosso também representa como ninguém a categoria de ficção, uma vez que é a própria ficção. O físico Stephen Heineken falou com o Cervejonalista sobre o prêmio.

-Considero justa a premiação, mas admito que ainda não consegui compreender com amplitude a proposta do filme. Já estudei bastante sobre física quântica, buraco negro e lógica do tempo, mas este filme me remete a outro compasso, o qual na minha opinião ainda precisa ser estudado com mais seriedade pela física. Estou me esforçando para que daqui a alguns anos eu consiga explicar isso melhor para a humanidade – afirmou Stephen, bastante intrigado.

Guilherme Fontes, que dirigiu o filme, comemorou o resultado ao receber a estatueta.

-Agradeço a todos os envolvidos, sobretudo aos que colaboraram na nossa vaquinha, afinal, foram eles que pagaram este nosso sonho. Nossa meta é ganhar novamente o Oscar no ano que vem, mantendo o looping – agradeceu Fontes.

A quebra de barreiras da física confundiu até mesmo o ator Weizen Beats, que cometeu uma gafe na hora de anunciar o prêmio, dizendo que o filme já estava pronto. Corrigido pelos colegas de palco, Weizen logo se explicou, dizendo nunca ter visto filme inexistente ganhando prêmio.

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